Estamos quase a chegar ao Natal, ou não, mas tudo insiste em mostrar luzes, àrvores de natal, blá blá blá. E no Natal há sempre muito amor e carinho para dar, mas o mais importante é que há a Leopoldina e a Pópóta, que este ano tem um dueto com Tony Carreira. Sim, eu sei, é demasiada emoção, Pópóta e Tony Carreira num só CD, é mesmo demais!
Mas é mesmo engraçado observar a reacção das pessoas que veêm esta bela surpresa de natal. há vários tipos, há aqueles que a mãe gosta e o filho não, há os que a mãe não gosta e o filho gosta, há os que ninguém da família gosta e também o contrário. Aqui está um exemplo de uma espécie:
Mãe chatuns que gosta de tonyuns avec filho espertus que não gosta:
_ai, ai, ai, eu não me acredito! ai, ai (com suspiros que vão subindo de volume catastrofiacamente)! óóóóó zééééééé! óóóó zééé ( e neste momento todo o centro comercial está de olho neste elemento feminino da espécie referida, e o marido aproxima-se lentamente com o filho de 5 anos).
_Sim Tina, qéq foi?
_Olha ali hóme não vês o Tony ca Pópóta. Até me estão a vir as lágrimas aos olhos, olha, olha para isto, até estou arrepiada.
_Fica aqui co puto que eu venho já! ( e desta maneira o homem consegue fugir a tempo de que metade das pessoas do centro comercial não saibam que aquela é a sua amada esposa)
_Ai ó filhinho dá cá um abracinho e um beijinho à mãe, já vistess, já vistess, olha aqui que lindoo!
_Ó mãe, ó mãe olha ali o cristiano ronaldo, anda mãe, vamos ter com ele.
_mau, mau maria co gato já mia, o cachopo não tá doido! tá mas é quéto! se me voltas a puxar levas aqui um estaladão, vamos lá ver se queres almoçar mais cedo!
_MAS Ó MÃE, É O CRISTIANAO RONALDO! (diz ele a gritar!)
_Não é cristiano nem cristiana, ficas aqui com a mãe a ouvir o cedê!
_ó mãe, eu queria aquele carro.! compras, compras?
_Cala-te!
_ó mãe mas eu não gosto do tony carreira e tou farto de ver coisas dele em nossa casa, e tou farto de ficar sozinho porque tu estas a limpar e a beijar o boneco insuflável do tony!
(farta de não puder ouvir o belo cedê e depois destas revelações polémicas do seu filho, ela dá-lhe ali uma tamanha lambada e manda-o ir ter com o pai, depois de o avisar que como é obvio, vai expulsá-lo de casa depois de ele ter dito aquilo!)
_ e feliz e contente a senhora continua a ouvir o cedê e no fim compra uma palete deles para puder ter um em sua casa e oferecer a toda a gente!
1ª conclusão: isto destrói a vida familiar de qualquer um, e as crianças ajudads com este dinheiro não vão gostar de saber isto.
2ª conclusão: serão as fãs de tony capazes de cuidar de uma criança? deixo qui a questão e proponho a senhora ministra que mande avaliar a educação dos filhos dos fãs do tony ( e com estas conclusão acabei de perder fãs do meu blogue que sejam fãs de tony carreira mas acbei de ganhar toda uma classe de professores como fãs porque referi a ministra sem ser por boas razões)
3ª conclusão: irá a leopoldina sobreviver a esta nova vaga?
sábado, 22 de novembro de 2008
o merecido pedido de desculpas
Pronto, estou de volta e contra todas as espectativas, não!não foi a ASAE que me fechou a loja! e não! não tive problemas no computador (apesar de este não ser o magalhães e ter várias floxeras, tem-se aguentado)!
Na verdade eu fui mas é atacada por uma coisa chamada, quer dizer duas, a preguiça e a falta de tempo. E e assim chegamos a este estado de degradação completa.
Mas vem aí o Natal, e eis que algo flácido, gordo e cor-de-rosa e um tanto ao quanto badalhoco (preverso quero eu dizer) me fez renascer, e é isso que poderão ver no texto a seguir. ah e pelo que me vêm a dizer agora, torna-se talvez um pouco deprimente, mas só um bocadinho, porque a figura flácida, cor-de-rosa e tudo mais é imensamente divertida (para que gosta do género). Ela até que não é flácida, mas eu gosto extremamente deste adjectivo, por isso tumba!
E para quem ainda não percebeu de qum estou a falar, vou deixar uma imagem como pista!
Na verdade eu fui mas é atacada por uma coisa chamada, quer dizer duas, a preguiça e a falta de tempo. E e assim chegamos a este estado de degradação completa.
Mas vem aí o Natal, e eis que algo flácido, gordo e cor-de-rosa e um tanto ao quanto badalhoco (preverso quero eu dizer) me fez renascer, e é isso que poderão ver no texto a seguir. ah e pelo que me vêm a dizer agora, torna-se talvez um pouco deprimente, mas só um bocadinho, porque a figura flácida, cor-de-rosa e tudo mais é imensamente divertida (para que gosta do género). Ela até que não é flácida, mas eu gosto extremamente deste adjectivo, por isso tumba!
E para quem ainda não percebeu de qum estou a falar, vou deixar uma imagem como pista!
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
comeu uma pizza de ananás...
Há p’rai gente tipo cientistas e professores e coisas assim que tentem ou acham que já descobriram o motivo da extinção dos dinossauros. Ok tudo bem, é tudo muito giro, tudo muito bonito e tal, mas eu, como todos, também tenho a minha, e modéstia à parte, não é pior que a dos outros!
Os dinossauros, quanto a mim não desapareceram por coisas tipo meteoritos e vulcões, nãããã! O verdadeiro culpado é o Harry e a avozinha. Sim, aquele coiso cabeça de abóbora, que tem uma avozinha, toca uma flauta de bisel e fala com dinossauros, e tem-nos num balde. Hum, fala com dinossauros, que suspeito!
Então um dia o Harry, lá no planeta dele foi comer pizza de ananás. E pronto, no dia seguinte foi p’ra casa da avozinha, e do que é que ela se lembra? de ir comer bolachas Maria, enquanto que o Harry, atirava calhaus pela janela fora, e ela ali, repimpada a comer e a criar varizes. Vai daí, o cachopo tinha comido espinafres ao almoço, mandou uma pedra com mais força, e ela veio parar à Terra, e acertou no ouvido do Azul. e quem é o Azul? Ora bem, o Azul era um dinossauro muito amável, nunca se chateava, não gostava nada era de brincadeiras do tipo acertarem-lhe com calhaus no ouvido. Vai daí, toca de se enervar, pegou na sua navalha de descascar maças (made in Fátima), esfaqueou os dinossauros todos, comeu-os à noite num churrasco e depois coitado, faleceu, foi o maldito colesterol!
1ª conclusão: é um problema os avós deixarem os netos fazerem tudo;
2ª conclusão: os cachopos que comem espinafres são esquisitos e perigosos (e a flauta de bisel e falar com dinossauros não é muito bom sinal também);
3ª conclusão: nem todos os apetrechos que vêm de Fátima, são aconselháveis;
4ª conclusão: é preciso ter cuidado com o colesterol.
(o título foi só para chamar atenção e coiso pá, temos que nos fazer à vida!)
Os dinossauros, quanto a mim não desapareceram por coisas tipo meteoritos e vulcões, nãããã! O verdadeiro culpado é o Harry e a avozinha. Sim, aquele coiso cabeça de abóbora, que tem uma avozinha, toca uma flauta de bisel e fala com dinossauros, e tem-nos num balde. Hum, fala com dinossauros, que suspeito!
Então um dia o Harry, lá no planeta dele foi comer pizza de ananás. E pronto, no dia seguinte foi p’ra casa da avozinha, e do que é que ela se lembra? de ir comer bolachas Maria, enquanto que o Harry, atirava calhaus pela janela fora, e ela ali, repimpada a comer e a criar varizes. Vai daí, o cachopo tinha comido espinafres ao almoço, mandou uma pedra com mais força, e ela veio parar à Terra, e acertou no ouvido do Azul. e quem é o Azul? Ora bem, o Azul era um dinossauro muito amável, nunca se chateava, não gostava nada era de brincadeiras do tipo acertarem-lhe com calhaus no ouvido. Vai daí, toca de se enervar, pegou na sua navalha de descascar maças (made in Fátima), esfaqueou os dinossauros todos, comeu-os à noite num churrasco e depois coitado, faleceu, foi o maldito colesterol!
1ª conclusão: é um problema os avós deixarem os netos fazerem tudo;
2ª conclusão: os cachopos que comem espinafres são esquisitos e perigosos (e a flauta de bisel e falar com dinossauros não é muito bom sinal também);
3ª conclusão: nem todos os apetrechos que vêm de Fátima, são aconselháveis;
4ª conclusão: é preciso ter cuidado com o colesterol.
(o título foi só para chamar atenção e coiso pá, temos que nos fazer à vida!)
sábado, 20 de setembro de 2008
«eu tenho uma parte da minha vida que é feita de tudo menos de uma pitadinha de felicidade»
Em mais um programa de T.V. de grande sucesso, apresentado por Isabelinha Costta, numa rubrica «eu tenho uma parte da minha vida que é feita de tudo menos de uma pitadinha de felicidade», Maria Adelaide conta a sua história.
Isabelinha Costta: _ Muito boa tarde! Estamos mais uma vez na rubrica «eu tenho uma parte da minha vida que é feita de tudo menos de uma pitadinha de felicidade» onde você conta a sua história de vida.
Hoje temos connosco a dona Maria Adelaide Ramalhete.
Boa tarde dona Maria Adelaide! Então veio de S. Carlos António, uma aldeia pertencente à freguesia de S. Carlos Jorge, pertencente por sua vez ao nosso famoso distrito de Rio das Vacas, onde nos encontramos nesta tarde de sol. Então Maria Adelaide, conte-nos a sua história de vida, e não se esqueça, a melhor história verídica de vida de todas ganhará um fantástico televisor a preto e branco com um napron artesanal e uma fantástica Nossa Senhora de Fátima que brilha no escuro!
Mª Adelaide: _ Boa tarde dona Isabelinha. Ai, tenho muito gosto em estar aqui hoje. Vou principiar. Tudo começou numa quarta-feira, pelas 20:03h, cheguei a casa, fui À casa de banho, fiz o meu xixi e fui na direcção do meu quarto, eis se não quando me tropeço e me cai um bocado de tecto em cima das pernas. Com algum esforço, levantei-me e entrei no quarto, o que não foi melhor, porque me deparei com o meu Alfredo com uma rapariga de 20 anos na cama. Foi o choque. Chamei o meu novo vizinho que veio logo p’ra me ajudar, mal sabia eu que ele era marido da sirigaita que estava com o meu Alfredo. Ele, enervou-se, foi a casa, sacou da arma e matou-me ali o meu amado esposo. Mas no dia do funeral é que foi a desgraça, a carrinha funerária caiu ao rio e nunca mais ninguém a viu.
Depois de tudo isto, passado 6 meses, quando ia visitar a minha amiga Mª das Dores, vi uma coisa brilhante na estrada, baixei-me para agarrá-la e quando dou por mim, já tava no hospital. Fui atropelada e o condutor fugiu. Era suposto ficar um mês no hospital, mas só lá tive 5 horas, porque o hospital fechou, para contenção de gastos.
Vim p’ra casa e quem tratou de mim foi a minha vizinha Teresa, e estava tudo bem, até descobrir que ea me roubou todas a jóias (dois anéis e três colares da bijou brigitte) e dinheiro que cá tinha.
E pronto, esta é a parte da minha vida que é feita de tudo menos de uma pitadinha de felicidade.
Isabelinha Costta: _ Muito obrigado minha querida! Adeus, amanhã estamos de volta, com mais histórias de vida, a não perder!
Isabelinha Costta: _ Muito boa tarde! Estamos mais uma vez na rubrica «eu tenho uma parte da minha vida que é feita de tudo menos de uma pitadinha de felicidade» onde você conta a sua história de vida.
Hoje temos connosco a dona Maria Adelaide Ramalhete.
Boa tarde dona Maria Adelaide! Então veio de S. Carlos António, uma aldeia pertencente à freguesia de S. Carlos Jorge, pertencente por sua vez ao nosso famoso distrito de Rio das Vacas, onde nos encontramos nesta tarde de sol. Então Maria Adelaide, conte-nos a sua história de vida, e não se esqueça, a melhor história verídica de vida de todas ganhará um fantástico televisor a preto e branco com um napron artesanal e uma fantástica Nossa Senhora de Fátima que brilha no escuro!
Mª Adelaide: _ Boa tarde dona Isabelinha. Ai, tenho muito gosto em estar aqui hoje. Vou principiar. Tudo começou numa quarta-feira, pelas 20:03h, cheguei a casa, fui À casa de banho, fiz o meu xixi e fui na direcção do meu quarto, eis se não quando me tropeço e me cai um bocado de tecto em cima das pernas. Com algum esforço, levantei-me e entrei no quarto, o que não foi melhor, porque me deparei com o meu Alfredo com uma rapariga de 20 anos na cama. Foi o choque. Chamei o meu novo vizinho que veio logo p’ra me ajudar, mal sabia eu que ele era marido da sirigaita que estava com o meu Alfredo. Ele, enervou-se, foi a casa, sacou da arma e matou-me ali o meu amado esposo. Mas no dia do funeral é que foi a desgraça, a carrinha funerária caiu ao rio e nunca mais ninguém a viu.
Depois de tudo isto, passado 6 meses, quando ia visitar a minha amiga Mª das Dores, vi uma coisa brilhante na estrada, baixei-me para agarrá-la e quando dou por mim, já tava no hospital. Fui atropelada e o condutor fugiu. Era suposto ficar um mês no hospital, mas só lá tive 5 horas, porque o hospital fechou, para contenção de gastos.
Vim p’ra casa e quem tratou de mim foi a minha vizinha Teresa, e estava tudo bem, até descobrir que ea me roubou todas a jóias (dois anéis e três colares da bijou brigitte) e dinheiro que cá tinha.
E pronto, esta é a parte da minha vida que é feita de tudo menos de uma pitadinha de felicidade.
Isabelinha Costta: _ Muito obrigado minha querida! Adeus, amanhã estamos de volta, com mais histórias de vida, a não perder!
Discurso político de Carlinhos Jorge!
Numa quarta-feira, ao pôr-do-sol, pelas 19:23, na freguesia de S. Carlos Jorge (em inglês S.Charles George, como muitos gostam de referenciar), mais precisamente n Sede do PISCJ, Carlinhos Jorge, bisneto de Carlão Jorge, neto de Carloto Jorge e filho de Carlôncio Jorge, explica as medidas que tomará, caso o seu partido PISCJ (Partido Inovador São Carlos Jorgense) ganhar as eleições!
Então, inicia o seu discurso:
_ Eu, Carlinhos Jorge, descendente da grande família dos Carlos Jorges, todos grandes estrelas das juntas de freguesia, vou hoje aqui apresentar as medidas que pretendo tomar caso seja eleito.
Então, em primeiro lugar, irei mandar cortar as canas que se encontram junto ao infantário, devido a nova onda de crimes protagonizada pelas crianças do infantário, que chamo «olhojacking». Pois já 11 crianças ficaram sem um olho. Eles vem sorrateiros, por de trás, uma criança ali descansada, com tudo no sitio, e quando dá por si, olho qé dele. Depois vão vendê-los a restaurâns chinênses.
Em segundo, irei mandar construir o 20º café, que terá uma empregada com uma anatomia que se assemelha a um chupa-chupa, visto que na nossa aldeia, ali perto da casa do meu cunhado Arlindo há um gigante espaço de 300 m² sem um comércio de café onde as pessoas posam conviver, comer tramoços e beber umas jolas.
Mas, em terceiro lugar, e não menos importante, vai ser obrigatório as prostitutas da zona usarem coletes reflectores. Derivado de que há 3 meses, 4 dias e 7 horas uma sobrinha minha foi ali atropelada. Porque isto é assim, como se sabe, elas costumam conviver ali na curva, e eles (aqueles que não sabem que elas lá estão, e mesmo os que sabem e só querem acabar-lhes com a raça) aceleram que nem uns loucos e atropelam umas quantas. E eu tenho pensado p’ra comigo, que se a minha sobrinha Marlene tivesse um colete reflector, nada disto acontecia. Por isso, prostitutas de São Carlos Jorge, vamos usar coletes reflectores! São sexys!
Andam por aí a distribuir preservativos, eu cá não, eu vou distribuir coletes reflectores!
E todos aplaudem e gritam : Carlinhos Jorge, Carlinhos Jorge, Carlinhos Jorge!!!
Então, inicia o seu discurso:
_ Eu, Carlinhos Jorge, descendente da grande família dos Carlos Jorges, todos grandes estrelas das juntas de freguesia, vou hoje aqui apresentar as medidas que pretendo tomar caso seja eleito.
Então, em primeiro lugar, irei mandar cortar as canas que se encontram junto ao infantário, devido a nova onda de crimes protagonizada pelas crianças do infantário, que chamo «olhojacking». Pois já 11 crianças ficaram sem um olho. Eles vem sorrateiros, por de trás, uma criança ali descansada, com tudo no sitio, e quando dá por si, olho qé dele. Depois vão vendê-los a restaurâns chinênses.
Em segundo, irei mandar construir o 20º café, que terá uma empregada com uma anatomia que se assemelha a um chupa-chupa, visto que na nossa aldeia, ali perto da casa do meu cunhado Arlindo há um gigante espaço de 300 m² sem um comércio de café onde as pessoas posam conviver, comer tramoços e beber umas jolas.
Mas, em terceiro lugar, e não menos importante, vai ser obrigatório as prostitutas da zona usarem coletes reflectores. Derivado de que há 3 meses, 4 dias e 7 horas uma sobrinha minha foi ali atropelada. Porque isto é assim, como se sabe, elas costumam conviver ali na curva, e eles (aqueles que não sabem que elas lá estão, e mesmo os que sabem e só querem acabar-lhes com a raça) aceleram que nem uns loucos e atropelam umas quantas. E eu tenho pensado p’ra comigo, que se a minha sobrinha Marlene tivesse um colete reflector, nada disto acontecia. Por isso, prostitutas de São Carlos Jorge, vamos usar coletes reflectores! São sexys!
Andam por aí a distribuir preservativos, eu cá não, eu vou distribuir coletes reflectores!
E todos aplaudem e gritam : Carlinhos Jorge, Carlinhos Jorge, Carlinhos Jorge!!!
sábado, 6 de setembro de 2008
All Bran, o grande coiso-cereal intestinal que veio dominar o mundo!
Cá estou eu de novo a «atacar» o mundo da publicidade.
Visto que passo longos tempos vendo e/ou ouvindo televisão, reparo muitas vezes (em momentos de não-zapping-por-comando-avariado) nas grandes preciosidades de «reclames» com que somos diariamente bombardeados.
Há muitas publicidades simples e inofensivas, mas há outras que nso deixam no rosto estampadas palavras como, MEDO, ESPÉCE, QÉ-ISTO?
Quando estiverem num dos vossos belos momentos de ver publicidade televisiva, reparem na mais recente publicidade da All Bran. Que consiste no seguinte, há um detector de metais de um aeroporto ou coisa parecida, vem uma senhora que comeu All Bran (aquela chata das burocracias das publicidades anteriores da All Bran), a máquina apita e ela começa a fazer uma espécie de streptease, com toda uma tranquilidade, que parecia que já o fazia desde os 4 anos e 5 meses (mas esta ideia é impossivel, porque ela só está assim por causa do All Bran, e ela só começou a comer All Bran quando o gajo que ela chateava por causa das burocracias a aconselhou a comer, a não ser que ela aos 4 anos e 5 meses já tivesse tomado dulcolax), e pronto ali está ela toda feliz a tirar a roupa. O segurança que se encontra ao lado da dita máquina detectora de metais, olha para ela com uma cara de carneiro mal morto que pensa: olha no que a gaja das burocracias se tornou hãn, ca doida, calhava bem era agora aqui uma basuca para a abater, nunca mais a vou perdoar, desde aquele dia de 45º graus em que me mandou ir procurar o bilhete de identidade que me tinha caído na rua! Eu aqui com o intestino por esvaziar e ela parece que ainda goza comigo.
A rapariga, ao ver a cara do homem, sorri e diz-lhe: Precisa de comer All Bran!
O senhor, por uma razão qualquer aceita o conselho e fica também todo sorridente depois de comer All Bran.
Enquanto um cámone se dirige à máquina cheio de correntes, e fios e coisas assim, e com cara de poucos amigos, e a máquina apita. O segurança não faz mais nada, todo sorridente manda-o seguir viagem (só porque graças ao All Bran aliviou o seu intestino e por isso está muito feliz).
Quer dizer, se aparecer lá um menbro da Al-Qaeda com uma bomba, o segurança ri-se deixa-o passar, depois a bomba explode e o suposto segurança, todo feliz (graças ao All Bran) diz: - Epáh, tu precisas é de All Bran, tás cá com uns gases!
É p'ra isto que querem que a população se alimente de All Bran?! aiiii.o mundo está perdido!
Visto que passo longos tempos vendo e/ou ouvindo televisão, reparo muitas vezes (em momentos de não-zapping-por-comando-avariado) nas grandes preciosidades de «reclames» com que somos diariamente bombardeados.
Há muitas publicidades simples e inofensivas, mas há outras que nso deixam no rosto estampadas palavras como, MEDO, ESPÉCE, QÉ-ISTO?
Quando estiverem num dos vossos belos momentos de ver publicidade televisiva, reparem na mais recente publicidade da All Bran. Que consiste no seguinte, há um detector de metais de um aeroporto ou coisa parecida, vem uma senhora que comeu All Bran (aquela chata das burocracias das publicidades anteriores da All Bran), a máquina apita e ela começa a fazer uma espécie de streptease, com toda uma tranquilidade, que parecia que já o fazia desde os 4 anos e 5 meses (mas esta ideia é impossivel, porque ela só está assim por causa do All Bran, e ela só começou a comer All Bran quando o gajo que ela chateava por causa das burocracias a aconselhou a comer, a não ser que ela aos 4 anos e 5 meses já tivesse tomado dulcolax), e pronto ali está ela toda feliz a tirar a roupa. O segurança que se encontra ao lado da dita máquina detectora de metais, olha para ela com uma cara de carneiro mal morto que pensa: olha no que a gaja das burocracias se tornou hãn, ca doida, calhava bem era agora aqui uma basuca para a abater, nunca mais a vou perdoar, desde aquele dia de 45º graus em que me mandou ir procurar o bilhete de identidade que me tinha caído na rua! Eu aqui com o intestino por esvaziar e ela parece que ainda goza comigo.
A rapariga, ao ver a cara do homem, sorri e diz-lhe: Precisa de comer All Bran!
O senhor, por uma razão qualquer aceita o conselho e fica também todo sorridente depois de comer All Bran.
Enquanto um cámone se dirige à máquina cheio de correntes, e fios e coisas assim, e com cara de poucos amigos, e a máquina apita. O segurança não faz mais nada, todo sorridente manda-o seguir viagem (só porque graças ao All Bran aliviou o seu intestino e por isso está muito feliz).
Quer dizer, se aparecer lá um menbro da Al-Qaeda com uma bomba, o segurança ri-se deixa-o passar, depois a bomba explode e o suposto segurança, todo feliz (graças ao All Bran) diz: - Epáh, tu precisas é de All Bran, tás cá com uns gases!
É p'ra isto que querem que a população se alimente de All Bran?! aiiii.o mundo está perdido!
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Detector de mentiras ou polígrafo?! Polígrafo é mais chic!
Agora, este tão conhecido instrumento, está em tudo o que é dúvida sobre a credibilidade das pessoas.
realmente veio para mudar o mundo! Mais importante do que os novos Trens de cozinha Ideia Casa, do que o Viva Melhor e mais importante até, do que alguns produtos do LIDL. Ele é o detector de mentiras/polígrafo!
E quando digo que este belo instrumento veio mudar o mundo, não o digo por acaso, é verdade, ele não me deixa mentir.
Ora bem, para começar ele ocupa um belo espaço nas tardes da Júlia, proporcionando-nos momentos como:
-a Júlia a sorrir e gritar pelo cara e coroa e de repente ficar com cara séria e falar baixinho;
-mostra-nos as qualidades de tradutora da Júlita , já que o homem do polígrafo é espanhol;
-provoca grandes momentos de discussão e indignação entre as velhinhas.
Mas depois não ficamos por aqui. eu tenho para mim que vamos ser gravemente perseguidos pelo temível polígrafo, e brevemente aconteceram cenas do tipo:
(na escola)
Sra. Professora Manuela Elisabete: Meninos! (ar irritado, a espumar pela boca) Quem fez isto? Quem é que pôs um hamster a comer as minhas bolachas integrais? Oh não! ( a espumar pela boca e com o buço a romper de tanta raiva) Ele roeu o meu bloco de notas Christian Dior importado directamente de parís! Ponham-se em fila, hoje não há recreio, vai tudo para a sala de interrogatórios!
Isto pode ser muito benéfico para que as velhas consigam perceber que os dois moços bem vestidos não são da EDP, e não vão substituir notas mas sim roubá-las!
Muitos casamentos terminarão...
E muitos questionarão o polígrafo para ter certeza dos seus gostos sexuais, para descobrirem quem são de verdade!
Preparem-se, o mundo vai mudar, e vão chover gelados e batons do cieiro de cereja e um super-dinossauro gay vai fazer um ganda cócó do qual vão nascer mini Adolf Hitler que se vão juntar com os chineses e acabar com o mundo fazendo super grelhadores com paus de arroz xau-xau gigantes e morremos lá todos grelhaos!
Por acaso eu tenho a ideia que aqueles chinocas todos do arroz vão se levantar dos arrozais e caminhar p'ra europa com uma foice na mão e borboletas cor-de-rosa e hipópótamos. É horrivel!
realmente veio para mudar o mundo! Mais importante do que os novos Trens de cozinha Ideia Casa, do que o Viva Melhor e mais importante até, do que alguns produtos do LIDL. Ele é o detector de mentiras/polígrafo!
E quando digo que este belo instrumento veio mudar o mundo, não o digo por acaso, é verdade, ele não me deixa mentir.
Ora bem, para começar ele ocupa um belo espaço nas tardes da Júlia, proporcionando-nos momentos como:
-a Júlia a sorrir e gritar pelo cara e coroa e de repente ficar com cara séria e falar baixinho;
-mostra-nos as qualidades de tradutora da Júlita , já que o homem do polígrafo é espanhol;
-provoca grandes momentos de discussão e indignação entre as velhinhas.
Mas depois não ficamos por aqui. eu tenho para mim que vamos ser gravemente perseguidos pelo temível polígrafo, e brevemente aconteceram cenas do tipo:
(na escola)
Sra. Professora Manuela Elisabete: Meninos! (ar irritado, a espumar pela boca) Quem fez isto? Quem é que pôs um hamster a comer as minhas bolachas integrais? Oh não! ( a espumar pela boca e com o buço a romper de tanta raiva) Ele roeu o meu bloco de notas Christian Dior importado directamente de parís! Ponham-se em fila, hoje não há recreio, vai tudo para a sala de interrogatórios!
Isto pode ser muito benéfico para que as velhas consigam perceber que os dois moços bem vestidos não são da EDP, e não vão substituir notas mas sim roubá-las!
Muitos casamentos terminarão...
E muitos questionarão o polígrafo para ter certeza dos seus gostos sexuais, para descobrirem quem são de verdade!
Preparem-se, o mundo vai mudar, e vão chover gelados e batons do cieiro de cereja e um super-dinossauro gay vai fazer um ganda cócó do qual vão nascer mini Adolf Hitler que se vão juntar com os chineses e acabar com o mundo fazendo super grelhadores com paus de arroz xau-xau gigantes e morremos lá todos grelhaos!
Por acaso eu tenho a ideia que aqueles chinocas todos do arroz vão se levantar dos arrozais e caminhar p'ra europa com uma foice na mão e borboletas cor-de-rosa e hipópótamos. É horrivel!
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